Eu sinto dentro de mim
Qu’esse caso acaba agora
Que pra ela é o fim
Que ela quer ir embora
De mim está saturada
Não quer mais minha morada
Forçando sua partida
E sentado na privada
Vou defecar minha amada
A minha merda querida!
Mas depois de evacuá-la
Levantarei devagar
Pra à derradeira fitá-la
Na bacia a flutuar
Com seu glamour e elegância
Grande em tamanho, sustância
E exuberância fecal
Depois darei a descarga
Triste como quem amarga
Perder um órgão vital!
É assim qu’eu me apaixono
E me frustro todo dia
Sentado aqui neste trono
Vaso, privada ou bacia
Sendo fadado a perder
Algo que eu fiz crescer
E’m meu cerne cultivei,
Pra de forma obtusa
Depois transformar em musa
Esta merda que caguei!
João Pessoa, 22/07/2009.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
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3 comentários:
hisauhiusahiusahasuihsauihsa!
Eu ri dessa! Bacana de+ essa!
kkkkkkkkkk
de merda!
=DD
como assim jéssé??
e todos seus poemas de amor?? oO
naaao o reconheço nesse ai...
mas que foi criativo foi!!
ahuahuahuahuahuah
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