sábado, 22 de novembro de 2008

O Circo de Um Real

Sou ladrão de mulher
Um palhaço José
De um circo qualquer
Na terra de ninguém
Sou o rei da risada
Avise a meninada
Hoje tem palhaçada
Hoje tem, hoje tem!

Olha a lona furada
Olha a arquibancada
Olha a tábua quebrada
E a ferrugem meu bem
O leão tá com fome
Mas já já ele come
Uns gatinhos sem nome
E sem dono também!

Chegue aqui Coité
Macaca chipanzé
Ande nesse tripé
E nessa bicicleta
Picadeiro na vista
Do herói trapezista
E que a corda resista
A manobra incorreta!

(Jessé Costa)

2 comentários:

Roserlei disse...

Mínino poeta Jessé...boa tarde.

Num futuro próximo,remoto, só mesmo os poetas serão capazes de descrever a fantástica magia do circo.
Nunca vai importar o tipo de circo.Dentro dele almas sonham magicamente com soluções irreais.
Abraço,
Roserlei

mayara disse...

Ameii.. Lembrança sde minha infancia.